
Assim ele chegou, devagar. Quem és tu? És um mago amado meu que retornou e me fez perder o controle dos meus dias, dos meus sonhos e desejos? Vem que te espero como sempre esperei Nos meus sonhos Nos meus dias solitários.

Toma-me Como se cada vez fosse a única como se cada vez me revelasse sente a pele arrepiada e o que minha alma esconde...

Revela-me de mim, nada mais é segredo... Toma minha pele Que anseia por ti amado meu Forte e pulsante a penetrá-la Fundo e delicadamente

Escrava da minha luxuria Que me rasga, invade, e solta as amarras. Liberta o gozo, inebria o toque. Que cavalga meu desejo nos meus pobres versos de amor. Quem dera fossem minhas palavras ricas, amado meu... Nelas cantaria o prazer da tua boca Faria de mim, em ti Uma ode ao amor sem grilhões Com as almas livres e porque amo te Mas tenho os pés no chão Nas nuvens e nas mãos um do outro... Vem amado meu Descortina meus sonhos ha tanto represados E assim sou tua Do começo ao fim Dia após o outro Sem interlúdios e sem meias rimas Sem métrica comparada Meu cio está impregnado de ti 
E como eu disse antes Tuas mãos que percorrem estradas tateiam atalhos... Que me descrevem despejando em ti, a sofrguidão dos meus anseios. No gozo recém redescoberto Invadindo te sem piedade, repetidamente. Tirando de ti o ar que desesperado, lutas para sorver. E poder do momento inebriar-se Explorando sentimentos revelados Redescobrir, finalmente O amor.
Reflexão de:
Ma às 19h54
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