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.:Balada do amor Inabalável:.
Eu levo essa canção de amor dançante prá você lembrar de mim, seu coração lembrar de mim na confusão do dia-a-dia no sufoco de uma dúvida ,na dor de qualquer coisa
É só tocar essa balada de swing inabalável que é o oásis do amor
Eu vou dizendo na sequência bem clichêeu preciso de você
Pa-nan-nan...
E forca antiga do espírito virando convivência de amizade apaixonada
Sonho, sexo, paixão
Vontade gêmea de ficar e não pensar em nada
Planejando pra fazer acontecer ou simplesmente refinando essa amizade
Eu vou dizendo na sequência bem clichê eu preciso de você
Pa-nan-nan...
Mesmo que a gente se separe por uns tempos ou quando você quiser lembrar de mim
Toque a balada do amor inabalável swing de amor nesse planeta
Mesmo que a gente se separe por uns tempos ou quando você quiser lembrar de mim
Toque a balada seja antes ou depois, eterna Love Song de nós dois
Leva essa canção de amor dançante pra você lembrar de seu coração lembrar de mim
Na confusão do dia-a-dia no sufoco de uma dúvida,
Na dor de qualquer coisa
Pa-nan-nan...
.: Para sonhar :.
Teu Riso
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.

Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.

A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.

Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.

À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.

Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.

 
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POEMA REVISITADO

 

Remexer gavetas, pacotes, caixas guardadas podem nos revelar gratas surpresas.

Em uma destas arrumações , minha mãe , achou meu velho caderno de poesias, que eu cuidadosamente escrevi, já bem no finzinho de minha adolescência - aos 18 anos( muito embora, hoje, este tempo tenha sido bastante aumentado )

Continua do jeito que eu me lembrava, com a capa em azul, belas aquarelas recortadas e coladas em um mosaico que vou mostrar qualquer dia destes a vocês.

Para vocês, um poema desta fase tão linda a qual chamei:

 

 

RETRATOS DE UMA ADOLESCÊNCIA

Deixa meu corpo falar

Pra dizer que te quero

No teu jeito que acalma

Num gesto só teu.

 

Deixa o tempo passar

Pra consolidar o que já existe

Deixa o mundo parar

Pra gente se amar

e se encontrar num afago.

Dizer que te quero

Agir, que preciso

E assumir, que te amo.

 

09/06/1980



Reflexão de: Ma às 15h40

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Saudade

 

 

Saudade do teu cheiro

Do teu calor, do teu peso entre minhas pernas

Das tuas palavras que aos quatro cantos atiras

Da tua urgência, da tua fome

De ti , enfim...

Simples e definitivo.



Reflexão de: Ma às 11h48

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Inveja

 

 

 

Minhas palavras te agridem

Minha sedução também, tu o sabes...

Sabes ainda, que tu não te comparas com minha essência.

Minhas palavras fluem fácil de mim...

Brinco com elas,

Dou-lhes novos significados.

Com elas posso enaltecer, ou ainda derrubar-te...

É disso que tens medo.

Meu poder é imensurável ante tua mesquinhez

As elucubrações que formulo, não encontram eco em teu consciente...

Tu não as capta...

E estreito demais teu horizonte...

Assim feres...

Calunias...

Mas saiba, que já diz um velho ditado celta, que palavras não quebram os ossos de quem as recebem...

Mas, derrubam tiranos do poder!

 



Reflexão de: Ma às 19h04

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Límpida

 

 

É assim que eu sou

Natural elímpida.

Autêntica.

Distribuo meus versos

A quem deles quiser abusar.

Escrevo minhas odes ao amor

Para quem delas quiser desfrutar

As flores, as cores as músicas são extenções do sentimento ofertado.

Este é meu mundo.

Só sei viver assim.

Tristeza a gente transforma

Alegria a gente distribui

Amizade a gente conquista.

Assim sou eu.

Sempre!



Reflexão de: Ma às 17h52

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Assim ele chegou, devagar.

Quem és tu?

És um mago amado meu

que retornou e me fez perder o controle dos meus dias,

dos meus sonhos e desejos?

Vem que te espero como sempre esperei

Nos meus sonhos

Nos meus dias solitários.


 



Toma-me

Como se cada vez fosse a única

como se cada vez me revelasse

     sente a pele arrepiada

   e o que  minha alma esconde...


Revela-me

de mim, nada mais é segredo...

Toma minha pele

Que anseia por ti amado meu

Forte e pulsante a penetrá-la

Fundo e delicadamente



Escrava da minha luxuria

Que me rasga, invade, e solta as amarras.

Liberta o gozo, inebria o toque.

Que cavalga meu desejo nos meus pobres versos de amor.

 

Quem dera fossem minhas palavras ricas, amado meu...

Nelas cantaria o prazer da tua boca

Faria de mim, em ti

Uma ode ao amor sem grilhões

Com as almas livres

e porque  amo te

Mas tenho os pés no chão

Nas nuvens e nas mãos um do outro...

 

Vem amado meu

Descortina meus sonhos ha tanto represados

E assim sou tua

Do começo ao fim

Dia após o outro

Sem interlúdios e sem meias rimas

Sem métrica comparada

Meu cio está impregnado de ti

 


E como eu disse antes

Tuas mãos que percorrem estradas tateiam atalhos...

Que me descrevem despejando em ti, a sofrguidão dos meus anseios.

No gozo recém redescoberto

Invadindo te sem piedade, repetidamente.

Tirando de ti o ar que desesperado, lutas para sorver.

E poder do momento inebriar-se

Explorando sentimentos revelados

Redescobrir, finalmente

O amor.



Reflexão de: Ma às 19h54

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